Cigarro eletrônico – Tudo sobre!

O cigarro eletrônico é um dispositivo que converte em vapor a nicotina diluída em líquidos específicos (como o propilenoglicol, por exemplo). A nicotina é a substância responsável pelo vício causado pelo cigarro, por isso mesmo o cigarro eletrônico vem sendo largamente vendido como uma forma de deixar essa dependência para trás, apesar de especialistas discordarem dessa afirmação e não considerarem o cigarro eletrônico como uma técnica para parar de fumar.

Como funciona o cigarro eletrônico

cigarro-eletronico-faz-malA ideia principal do cigarro eletrônico é simular a sensação de um cigarro normal, mas usando apenas a nicotina, que é o elemento viciante do tabaco. Assim, o cigarro eletrônico se diz livre das outras mais de 4.700 substâncias que são fruto da queima do tabaco, sendo que várias são nocivas à saúde, causando câncer de pulmão, entre outras doenças.

Para tanto, a nicotina é diluída em uma substância, normalmente o composto propilenoglicol. Essa mistura é comparada em refis, que são armazenados em um reservatório dentro do dispositivo. Esse reservatório é ligado a um vaporizador, que transforma o líquido em fumaça. Na ponta que corresponderia ao filtro, o usuário pode tragar esse vapor, como se estivesse fumando um cigarro comum.

O e-líquido ou e-suco (e-liquid ou e-juice, em inglês) é um líquido mais viscoso do que a água, apresenta uma alta tensão superficial e tem a propriedade de ser facilmente vaporizado, sendo, portanto, usado como veículo para a nicotina chegar aos pulmões.

Na maioria dos e-líquidos o principal componente é o propilenoglicol, seguido de glicerina, água, nicotina e flavorizantes, os quais dão o sabor e aroma. Os e-líquidos não apresentam, desse modo, alcatrão, monóxido de carbono e nenhuma das outras substâncias comumente encontradas em produtos do tabaco – Wikipedia.

Faz mal?

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Apesar de ser um tipo de cigarro, no entanto, a nicotina presente no cigarro eletrônico é tecnicamente bem menor que o modelo original do cigarro, onde muitos passam a acreditar na possibilidade do cigarro eletrônico não ser prejudicial à saúde, ajudando também a solucionar o vício. Vale destacar que é possível encontrar refis sem a substância da nicotina.

Inclusive, algumas pessoas chegam a obter esses refis de cigarros eletrônicos sem a substância viciante, apenas com sabores aleatórios que tendem a ser mais palatáveis como a menta, o chocolate e morango, dando a sensação semelhante de fumar um cigarro tradicional.

Efeitos colaterais do cigarro eletrônico

Ainda não existem estudos que mostrem as consequências à exposição à nicotina em longo prazo. Por isso mesmo, não se sabe ao certo quais podem ser os efeitos colaterais do uso do cigarro eletrônico, nem mesmo se ele é contraindicado a alguma pessoa.

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Porém, é comum que os usuários relatem sintomas como dores de garganta ou falta de ar ao usarem algumas marcas desse dispositivo. Um estudo conduzido na Grécia com 30 voluntários mostrou que apenas cinco minutos fumando um desses dispositivos já reduz o fluxo de ar dos pulmões. Isso se deve ao fato de ainda estarem desenvolvendo regulamentos para a fabricação desses produtos e também a composição de seus refis nos países em que sua venda é autorizada, como os Estados Unidos.